Painel de LED suspenso no corredor de bebidas de um supermercado exibindo anúncio
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Supermercado e atacarejo

O corredor já é
mídia. Falta vender.

Telas na entrada, no corredor, na ponta de gôndola e no caixa — instaladas e operadas pela Viuway, vendidas para a indústria e para o comércio da região, com relatório de alcance em pessoas.

Sua loja já entrega o que a indústria compra

A indústria gasta fortunas para alcançar quem está prestes a comprar. O seu supermercado tem exatamente isso todos os dias: gente dentro da loja, com carrinho, decidindo entre duas marcas.

A diferença entre ter telas e ter mídia é o que vem junto: grade de conteúdo operada, campanha entrando e saindo na data certa e relatório do que foi entregue. Sem isso, a tela vira um lugar onde passa vídeo institucional — e ninguém paga por isso.

Onde a tela rende mais

  • Entrada

    Quem chega ainda não decidiu nada. É onde a oferta do dia muda a lista.

  • Corredor

    Alcance de quem percorre a loja inteira, categoria por categoria.

  • Ponta de gôndola

    O metro final: a tela fala com quem está com o produto na mão.

  • Caixa

    Fila parada, atenção livre. Espaço de impulso e de recado da própria rede.

Tela de LED no topo de uma ponta de gôndola de supermercado exibindo anúncio de margarina
Ponta de gôndola — o metro final da decisão
Coluna de LED instalada no corredor de um atacado
Atacarejo — coluna visível de longe, no galpão

O número que muda a negociação

Quem vende espaço em loja costuma apresentar fluxo: “passam 30 mil pessoas por mês”. Só que fluxo conta entradas, e o mesmo cliente volta várias vezes no mês.

Na unidade que usamos como referência no simulador, 31.745 passagens correspondiam a 5.900 pessoas distintas. Apresentar o primeiro número como alcance infla a proposta por um fator de cinco — e a indústria, que mede isso em todos os outros canais, percebe.

Mostramos alcance, impressões e frequência separados. Dá um número menor e uma negociação mais sólida, que se sustenta no segundo mês.

Perguntas frequentes

Como o supermercado ganha dinheiro com as telas?
Vendendo espaço para quem já quer falar com o seu cliente: indústria de alimentos e bebidas, higiene, limpeza, e também o comércio da região. Parte do tempo da tela continua sendo da loja — oferta do dia, app de fidelidade, recado de serviço —, e o resto é comercializado.
Isso não é a mesma verba de trade que a indústria já me paga?
É uma conversa parecida com um ativo novo. A diferença é que a tela entrega relatório: quantas pessoas distintas foram alcançadas, quantas exibições e com que frequência. Encarte e ponta de gôndola física não entregam isso, e é justamente esse número que sustenta a negociação de um valor maior.
Qual a diferença entre TV comum e painel de LED na loja?
TV resolve corredor e caixa, onde a distância de leitura é curta e tem ponto de energia perto. O painel de LED ganha em área grande, pé-direito alto e locais com muita luz — entrada, fachada, atacarejo com galpão aberto. Normalmente a rede usa os dois, cada um onde rende mais.
Como é medido o alcance?
Separando pessoa de passagem. Fluxo de loja conta entradas, e a mesma pessoa volta várias vezes no mês; somar isso como público multiplica a promessa. Mostramos alcance em pessoas distintas, impressões e frequência separados — e avisamos quando a campanha já cobriu o público daquele ponto.
Quem opera as telas no dia a dia?
A Viuway. Instalação, grade de conteúdo, entrada e saída de campanhas e acompanhamento das telas no ar. A loja aprova o que entra e acompanha pelo painel; a operação do supermercado não vira operação de mídia.
Serve para rede pequena, de poucas lojas?
Serve, e às vezes rende mais: rede regional costuma ter relação direta com distribuidor e com o comércio do bairro, que são anunciantes mais fáceis de fechar do que uma indústria nacional. O que precisa existir é fluxo constante — não dezenas de lojas.

Quantas lojas
e qual o fluxo médio?

Com isso dimensionamos as telas por ambiente, estimamos o alcance e explicamos como funciona a venda do espaço — inclusive o que a sua equipe precisa fazer (quase nada) no dia a dia.