
WhatsApp +55 11 96406-0026 ↗Lojas e shopping
A vitrine tem
três segundos.
Tela de LED na vitrine, no interior da loja e no corredor do shopping — com a campanha trocando quando a coleção troca, sem esperar gráfica nem instalador.
Cartaz impresso envelhece; a vitrine, não pode
No varejo a campanha muda o tempo todo: coleção, data comemorativa, liquidação, o item que encalhou e precisa sair esta semana. Cada troca em material impresso significa arte, gráfica, prazo e alguém instalando — e, no meio disso, a vitrine fica com a mensagem errada.
Com tela, a troca é imediata e vale para todas as lojas ao mesmo tempo. O custo sai do “por campanha” e vira estrutura: você paga uma vez pelo ponto e usa quantas vezes quiser.
Em shopping isso pesa mais ainda, porque o corredor é uma disputa constante — e quem está estático perde para quem se move.
Três lugares, três funções

Vitrine Disputa a atenção de quem passa no corredor. Movimento e brilho param o olhar onde o cartaz impresso já não para.

Interior Dentro da loja, a tela guia: coleção nova, provador, campanha da estação, o que está em promoção hoje.

Corredor Totem no fluxo do shopping, perto da loja. Alcança quem ainda não decidiu onde entrar.
O vertical venceu por um motivo prático
A tela em pé não é moda: ela ocupa menos largura de vitrine, acompanha a proporção do corpo nas fotos de moda e aceita, quase sem retrabalho, o conteúdo que a marca já produz para as redes sociais.
Isso resolve o problema que mais mata projeto de tela no varejo — o custo de manter conteúdo novo. Quando a mesma arte do story serve para a vitrine, a grade não para.
Antes de instalar, duas perguntas ao shopping
Cada administração tem norma própria sobre instalação na fachada da loja, brilho permitido e horário de operação da tela. Tratamos a aprovação como etapa do projeto.
Para loja de rua, a regra que vale é a da prefeitura — tamanho, luminosidade e posição do anúncio. Está explicado na página de propaganda e fachada.
Perguntas frequentes
- Tela de LED ou TV na vitrine?
- Na vitrine, quase sempre LED. O vidro reflete e o corredor do shopping é bem iluminado; a TV comum aparece lavada e some durante o dia. Dentro da loja, com luz controlada e público perto, a TV profissional resolve bem e custa menos.
- Qual formato funciona melhor em loja?
- Vertical, na maioria dos casos. O formato em pé acompanha a proporção do corpo nas fotos de moda, ocupa menos largura de vitrine e combina com o conteúdo que a marca já produz para redes sociais — o que reduz muito o custo de manter a tela sempre atualizada.
- Preciso de autorização do shopping?
- Sim. Cada shopping tem norma própria sobre o que pode ser instalado na fachada da loja, brilho, som e até horário de funcionamento da tela, e a aprovação passa pela administração antes da obra. Trabalhamos com esse trâmite como parte do projeto, e não como surpresa no dia da montagem.
- Quem faz o conteúdo?
- Pode ser a sua equipe de marketing, usando o material da campanha que já existe, ou nós. O importante é a grade não parar: tela com a mesma arte há três meses perde a atenção que justificou o investimento.
- E para loja de rua?
- O raciocínio é o mesmo, com uma diferença: na rua o painel é externo, com brilho e vedação para sol e chuva, e entra a regra da prefeitura sobre anúncio em fachada. Tratamos disso na página de propaganda e fachada.
- A tela pode gerar receita?
- Em loja âncora ou com fluxo alto, parte do tempo pode ser vendida para marcas parceiras — é comum no varejo de moda com marcas de calçado, cosmético e cartão. Você aprova o que entra, e o restante do tempo continua sendo da sua marca.
Manda a medida da vitrine.
Dizemos o que cabe.
Com a largura disponível, a altura livre e uma foto do ponto, voltamos com o formato indicado, o tipo de tela e o que o shopping costuma exigir para liberar a instalação.